13 de set. de 2019

Psicologia Organizacional

A martelada certa, no lugar certo!

Um navio carregado de ouro, PROTEGIDO de todo o cuidado e segurança, atravessava o oceano quando, de repente, o motor enguiçou.

Imediatamente o comandante mandou chamar o técnico do porto mais próximo.

Ele trabalhou durante uma semana, porém sem resultados concretos.

Chamaram então o melhor engenheiro naval do país.
O engenheiro trabalhou três dias inteiros, sem descanso, mas nada conseguiu o navio continuava enguiçado.

A empresa proprietária do navio mandou então buscar o maior especialista do mundo naquele tipo de motor.

Ele chegou, olhou detidamente a casa das máquinas, escutou o barulho do vapor, apalpou a tubulação e, abrindo a sua valise, retirou um pequeno martelo.

Deu uma martelada em uma válvula vermelha que estava meio solta e
guardou o martelo de volta na valise.
Mandou ligar o motor, e este funcionou na primeira tentativa.


Dias depois chegaram as contas ao escritório da empresa de navegação:

Por uma semana de trabalho, o técnico cobrou US$700. 
O engenheiro naval cobrou, por três dias de trabalho, US$900.
Já o especialista, por sua vez, cobrou US$10.000 pelo serviço.

Atônito com esta última conta, o Diretor Financeiro da empresa enviou um telegrama ao especialista, perguntando: "Como você chegou a esse valor de US$10 mil por cerca de 1 minuto de trabalho e uma única
martelada?"

O especialista então enviou os seguintes detalhes do cálculo à empresa:

"Por dar 1 martelada US$1;
 Por saber onde bater o martelo US$9.999."

Moral da história

"O que vale no Universo não é dar a martelada, e sim saber onde bater o martelo.
A martelada em si você pode até delegar para outro."
E é por (querer) ignorar isto que muitos subestimam certos tipos de trabalho, que são trivialmente avaliados pelo tempo de duração.

"No mundo dos negócios todos são pagos em duas moedas: Dinheiro e Experiência.
Agarre a experiência primeiro, o dinheiro virá depois..."

(Não conheço o autor)

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